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Minha amiga milf

Tânia era uma milf e uma grande amiga minha, por um tempo fazíamos muitas coisas juntos.

Geralmente, saíamos todo final de semana para um restaurante, bar, qualquer coisa. Nunca ficamos nem insinuamos nada do tipo, não fazíamos o tipo um do outro.

milf

Mas ela tinha uma amiga que era meu número. Fabiana. Uma milf loira, siliconada e famosa por só ficar com novinhos. Vi nela a oportunidade perfeita de saber como era comer uma mulher mais velha.

Mandei a real pra Tânia, e ela caiu na risada, dando a entender que iria me ajudar nessa empreitada. Sério, fiquei muito afim da coroa, chegava a sonhar com aquele delícia pulando no meu cacete.

Ela tinha uma cara de safada, que só de olhar as fotos dela meu pau já se movia dentro da cueca. Foi num sábado que marcamos uma saída, os três, para um barzinho no centro da cidade.

O encontro

Pegamos duas mesas para ficarmos mais confortáveis. Eu e Tânia estávamos casuais, as mesmas roupas básicas de sempre, mas Fabiana estava um arraso.

Era impossível não olhar para ela enquanto andava. A macharada do local nem disfarçava, dava pra ver as esposas putas da vida morrendo de ciúmes. Ela usava uma blusinha regata justa, marcando bem seus peitões, e uma sainha jeans que aumentava o volume da sua bundinha. Um tesão desgraçado.

Eu olhava para Fabiana e lembrava dos videos de milfs gostosas que assistia na internet. Sonhava há anos em trepar com uma mulher experiente, deixar ela fazer todo o serviço, me mostrar como fazer direito, essas coisas. Essa loira era a ideal para realizar minha fantasia.

Lembro que em certo momento a conversa esquentou. As duas começaram a falar dos ex-namorados e algumas putarias que fizeram com eles.

Eu tinha pouca experiência, e tava na seca havia alguns meses, então fiz questão de ficar quieto e só ouvir as histórias. Fabiana falou dos caras que comeram ela nas últimas vezes, o chá de buceta que ela os deu, as roupas e fantasias que usou nessas fodas e tudo mais, e meu pau se mexeu.

Dei uma arrumada nele dentro da calça com a mão, e a milf safada percebeu. Foi então que, delicadamente e na surdina, senti algo subindo em minhas pernas por debaixo da mesa. Era ela me atiçando.

Ela me provocava muito

Com um dos pés, ela foi se esfregando em minha perna, subindo, subindo até chegar no meu saco. Então, deu uma leve apertadinha, e sentiu que o bicho tava latejando já de tão duro.

Na mesma hora, trocamos olhares. Tentei ficar sério, mas minha máscara se quebrou quando ela deu uma mordida no lábio e, discretamente, passou a mão em um dos seus peitões deliciosos e deu uma leve beliscada no mamilo.

Meu deus, por pouco não gozei apenas vendo aquilo em minha frente. Fiquei tão agoniado que inventei uma desculpa para irmos logo embora. Seria a minha investida naquele tesão de mulher, e não podia perder a chance.

Como estávamos todos no meu carro, dei uma de malandro e deixei Tânia primeiro na casa dela. Ela meio que se ligou, mas não deixou transparecer. Apenas disse “juízo” para nós dois quando desceu do carro. Fiquei a sós com a Fabiana, e confesso que bateu um nervoso.

Ela, de certa forma, intimidava o cara. Ela concordou em darmos uma voltinha pela cidade, ver os movimentos e tal, nesse curto tempo, veio uma mão na minha coxa e um leve apertão. Relaxei, e sabia que naquela noite, ela seria minha.

Em nossa tour pela cidade, passamos em frente o posto que rola umas festinhas, fomos mais afundo num bairro cheio de bares, risca-faca, alguns puteiros e etc, trocando conversa fora e dando boas risadas.

Nesse tempo, fiz um movimento e coloquei a mão na coxa dela, e a safada abriu as pernas para minha mãe deslizar pra dentro.

Amigos, sem brincadeira, a mulher estava meladinha. Não precisou falar mais nada. No trajeto mesmo, eu desabotoei a bermuda e ela veio com aquela bocona e sugou meu pau com vontade. Procurei urgente por um lugar mais afastado e quieto, e precisei parar o carro para darmos aquela foda.

O boquete dela

A milf peituda só faltou mastigar minha pica... Chupou ele inteiro, brincou com a cabecinha, com as bolas, bateu punheta, enfim, fez o serviço completo.

Era tão completa, que ainda meteu ele no meio dos seus lindos seios e fez uma espanhola que me deixou bambo. No banco de trás, ela ficou de frente pra mim e eu rocei a pica naqueles melões, e ela gemia igual uma putinha.

Botei ela de quatro em seguida, e degustei aquela buceta, na primeira linguada senti todo o caldinho escorrendo pelo meu queixo. Fazia até teia de aranha o melado daquela xoxota.

Chupei o suficiente para doer a língua, até que fiquei de joelho e encaixei a piroca nela, mal entrou a cabecinha e veio aquele gemido tão safado que eu sabia que não ia agüentar muito tempo.

Martelei a buceta da Fabiana com gosto, afinal, estava numa seca danada, e enquanto a fodia, apalpava os peitos dela com uma mão e puxava o cabelo com outro. Esteticamente, ela de quatro era perfeita. A mulher parecia uma escultura de tão bela.

Era a hora de gozar, então fomos no frango assado tradicional. Ali ela ia sentir meu pau entrando até o talo.

Fui por cima dela e encaixei, e como ficamos de frente, madeirei nela enquanto lascava um beijaço naquela boca suculenta, que beijo gostoso a mulher tinha. Na mesma proporção que meu pau esfolava sua xota, seus peitos balançavam e me excitavam ainda mais.

Segurei a gostosa bem firme pela cintura, e mantive a concentração. Em alguns minutos, despejei a porra toda naquela safada. Foi na cara, nos peitos, voou na barriga, enfim, ficou toda lambuzada.

A cara de felicidade da mina me fez sentir um cara de sorte. A mulher curtia demais um sexo e eu, novinho tenho uma experiência daquela, sabia que jamais me esqueceria daquela foda.