Ela está no auge quase gozando, então ele continua a meter ouvindo ela pedir: “não para que eu vou gozar pra caralho!”
O quarto estava tomado por corpos entrelaçados, gemidos misturados e cheiros quentes. Luz baixa, música lenta e taças de vinho espalhadas pelo chão.
Ela sente mais um orgasmo chegando na hora da dupla penetração. Eles roçando dentro dela, sentem pica com pica.
Que foda gostosa, selvagem e intensa. Não havia espaço para vergonha, só para prazer compartilhado.
Entre sussurros e respirações aceleradas, todos se perdiam no ritmo da carne, numa dança suja e feroz, onde o único limite era o desejo de continuar.
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